
Ingredientes:
- 2 gemas
Para a massa
- 2 colheres(sopa, cheias)de manteiga
- 1 colher (café)de sal
- 2 xícaras defarinha de trigo
- Meio copo de água
Para a recheio
- 300 g de açúcar
- 2 xícaras de água
- 1 coco ralado (natural)
- 3 gemas
- 1 colher (café) de baunilha líquida
- 5 cerejas (para decorar)
Material: forminhas para empada
Ondeficar:
Hotel Marambaia (35) 3551-5500
Nova Floresta (turismo rural)(35) 3551-2855
Big Hotel (35) 3551-1668
Modo de Preparo:
A massa
Misturar os ingredientes e dar consistência com a água (mais ou menos meio copo), para a massa ficar fina e homogênea. Deixar descansar durante meia hora.
O recheio
Levar ao fogo o açúcar e a água para fazer a calda, sem mexer. Quando der ponto de fio (a calda escorre da colher, formando uma espécie de fio), adicionar o coco misturado às gemas. Mexer até ficar um doce bem consistente. Desligar o fogo, acrescentar a baunilha e deixar esfriar.
A montagem
Espalhar a massa sobre uma superfície e abri-la com rolo de macarrão. Com a boca de um copo, cortar os pedaços de massa. Untar as forminhas com manteiga e colocar as rodelas de massa, moldando-as e retirando os excessos da borda. Encher cada uma delas com o doce de coco. Levar ao forno (180 graus), durante 20 minutos. Quando as queijadinhas estiverem mornas, retirá-las das fôrmas, com muito cuidado para não quebrá-las.
Decorar com pedaços de cerejas. Rende de 20 a 25 queijadinhas.
Disfarce de magia
Os viajantes estão de novo na estrada, prontos para descobrir as delícias culinárias do Sudoeste de Minas. O cheiro animador de café moído na hora, o requinte das sobremesas e o tempero de comidas suculentas servem de guia nesta jornada que começa em Guaxupé, a 478 quilômetros de Belo Horizonte. Na primeira manhã, nada mais hospitaleiro do que o sorriso de Maria Aparecida Junqueira de Carvalho, conhecida como Cida, de 64 anos, guardiã de receitas de família que atravessam décadas sem perder o gostinho de surpresa.No caderno de letras bem desenhadas, ela encontra, com facilidade, o modo de fazer a queijadinha, doce que trai o nome, mas jamais o paladar. Sabe por quê? Lá pela terceira ou quarta mordida, a mágica do recheio se revela por inteiro, mostrando que tem coco no lugar do queijo. Cida ri baixinho da cara de espanto dos visitantes e conta que é mais uma das "bruxarias da cozinha", truques que doceiras como a mãe, Francisca, e a tia, Delza, sempre usaram para encantar à mesa.
Desde criança, Cida procurou lapidar o talento, tornando-se requisitadíssima para festas de casamento, pela arte de seus bombons, moranguinhos, brigadeiros e caramelizados. Mais um segundo e a bandeja de queijadinhas está vazia, para satisfação de todos. "Que bom que vocês gostaram!", despede-se dona Cida, com a certeza de que agradou em cheio.
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