Ele pode até não ser alegre o tempo inteiro, como diz em uma de suas mais de 200 canções. Mas criativo Wander Wildner nunca deixou de ser ao longo de mais de 30 anos dedicados ao rock. Como líder dos Replicantes, ícone do punk rock nacional dos anos 1980, foram cinco discos. Em carreira solo, mais 12, sendo o último deste ano. Inspirado por diferentes ritmos e pelas mudanças de cidade, o cantor e compositor gaúcho, que se diz “um viajante desde sempre”, traz seu repertório novamente a BH nesta quarta-feira, em mais uma edição do projeto Minas Pocket, na Sala Juvenal Dias do Palácio das Artes.
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No Minas Pocket, Wander Wildner terá a companhia de Claudão Pilha, que já foi seu anfitrião algumas vezes n’A Obra, onde o gaúcho já tocou em passagens anteriores por BH. Claudão, como é conhecido Cláudio Rocha, é dos responsáveis pela casa de shows na Savassi e tem seu projeto solo que mescla punk rock e garage, além de manter outros projetos, como a banda Dead Pixels.
A admiração é mútua. O gaúcho diz que, “quando fui convidado, pensei imediatamente nele. Além de adorá-lo como pessoa, tem um som muito original e experimental que admiro muito”. A proposta é que Claudão se apresente por 15 minutos antes de dividirem o palco em um número especial. Em seguida, Wildner concluirá sua apresentação solo, com seu diversificado cancioneiro.
Wander Wildner e Claudão Pilha no Minas Pocket
Hoje, às 20h, na Sala Juvenal Dias do Palácio das Artes (Av.