
A discriminação implícita é contrastada pela popularidade do músico, que conta ter atendido diversos fãs entre as tentativas de conseguir um táxi. "O taxista não era fã de rap. No final, a gente era só dois pretinhos e como Gil e Caetano cantaram em 'Haiti', todos sabem como se tratam os pretos", observou. A prática, o artista afirma, é rotineira.
No mesmo dia, a funcionária de uma casa lotérica havia se incomodado com o fato do amigo de Emicida estar usando boné dentro do estabelecimento. "Haviam outras três pessoas de boné na lotérica, comigo quatro, e quem adivinhar a diferença entre elas e o Djose ganha um brinde. Sem novidade", comentou o artista.
Confira o relato completo de Emicida: