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Mas lançar um trabalho solo não implica necessariamente deixar a Nação, como ele faz questão de frisar. “Muito pelo contrário. O incentivo maior para fazer meu trabalho veio da banda”, diz o artista pernambucano. “A Nação Zumbi é uma faculdade; o topo da cadeia musical para mim. Curto muito tocar com eles e, inclusive, o disco novo do grupo está saindo este ano e vem quebrando tudo. Estou na banda há 13 anos e tenho muito respeito e admiração pelos caras. Vamos com tudo em 2014.”
Da Lua conta que o apelido surgiu nos tempos de escola e que coincidiu com a exibição da novela Mulheres de areia , que tinha um personagem avoado com este nome, interpretado por Marcos Frota. “Me zoaram a primeira vez e eu não gostava. Por isso pegou”, diverte-se.
Inicialmente, o disco só está disponível em formato digital (soundcloud.com/radiantesuingabrutoamor e www.reverbnation.com/gustavodalua). O artista diz que optou por essa estratégia porque quer que as pessoas tenham acesso a seu trabalho e o conheçam. Mas após o carnaval o CD físico será lançado e, no meio do ano, o vinil.
No repertório, Da Lua passeia pelo coco, carimbó, bolero, afro-rock, surf music, brega, jovem guarda, hip-hop, soul e funk, entre outros. “Tenho diversas influências, de Nelson Gonçalves a Reginaldo Rossi, passando pelo hip-hop, África e rock. Não sou muito ligado a estilo musical. Para mim, o que existe é música boa e música ruim. E tudo isso, é claro, é muito pessoal”, resume.
Gustavo da Lua lançou 'RADIANTESUINGABRUTOAMOR' em um show no fim do ano passado, em São Paulo, e após a folia, ainda em março, começa a rodar pelo país. “Por enquanto vou tocar em Recife e Olinda, no carnaval. Ainda não tenho nada agendado em BH, mas espero sim poder mostrar esse trabalho nessa terra linda que adoro e respeito muito. Estou muito feliz com esse disco. Para mim, já é um sucesso. Estou recebendo elogios e e-mails diários de pessoas que baixam, escutam e se identificam muito com as músicas. É muito bom”, conclui.