

"Por muitos anos eu trabalhei com crianças e não deixava que minha sensualidade transparecesse na tela. Então minha voz era bem fininha, não colocava roupas curtas, não pintava as unhas de vermelho, não passava batom vermelho", relembrou.
"Não tem essa de 'não deixavam', era uma postura minha trabalhando com as crianças. Tentava falar sempre o português muito declaradamente, porque não queria ser referência errada pras crianças. Eu era toda muito certinha."
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"Por exemplo 'rebola, minha filha, rebola aí que você tá muito dura!', 'agora pode cruzar a perna', 'agora pode colocar uma minissaia', 'passa um batom vermelho aí', 'deixa essa unha crescer, pinta de vermelho'. Fiz terapia com ela.", conta.
A apresentadora explicou sua dificuldade no período de transição: "Quando ligava as câmeras, eu estava condicionada a sempre ficar mais doce, mais menina, e já não era no meu dia a dia. Tinha que tirar esse bloqueio e deixar a mulher aflorar", finalizou.