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“Acho muito difícil trabalhar no Brasil. Em termos de shows, então, é o pão que o diabo amassou! Artistas que fazem shows são os mesmos que dominam o mercado com seu lixo cultural. Os Sescs são difíceis de entrar por conta das panelinhas de produtores que escolhem os famosos projetos para entrar lá. Eu estou de saco bem cheio de não fazer show nesse país”, reclamou ela, na época.

Patricia continuou o protesto falando que, por falta de trabalho, tem dificuldade de criar o filho. “Tenho um filho pra criar, escola pra pagar, casa, comida, gasolina, 30 anos de carreira, um CD e um DVD comemorativos desses anos todos de serviço musical. Cadê o espaço democrático no mercado de shows, senhores produtores??!! Incrível isso, vocês nem imaginam!”.