

À frente da cozinha está Pedro Mendes, cozinheiro de 24 anos formado pela universidade Estácio de Sá e com passagens pelos restaurantes Alma Chef, Vecchio Sogno e La Palma, além de temporada na Austrália. Conheceu dois dos sócios do Guaja quando cozinhava no bar vizinho A Alfaiataria. A princípio, a ideia era montar um restaurante, mas como Mendes havia conquistado certa fama com sanduíches, o trio decidiu apostar numa hamburgueria.
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Para breve, ele promete hambúrgueres de copa lombo e frango, mas já oferece um de linguiça e um vegetariano, este último à base de berinjela. Fora os sanduíches, há só três petiscos: batata (ou mandioca) frita com aïoli, ketchup de goiabada e molho barbecue (R$ 18), palmito pupunha na manteiga com redução de vinagre balsâmico (R$ 23) e tulipa de frango ao molho de mostarda e mel (R$ 19). Os dois últimos são “heranças” de sua passagem pelo Alma Chef, a exemplo do crème brûlée de doce de leite (R$ 14).
IMAGINAÇÃO Drinques ficam por conta da Drinks por Jezebel, empresa da bartender Cibele Guimarães, que concebeu alguns com nomes de mulher só para o bar. Exemplos são o Dona Beja (cachaça curtida com alecrim, limão siciliano, rapadura e pimenta de macaco, R$ 19) e o Clara Nunes (vodca, laranja, rapadura e cold brew, espécie de café extraído a frio, R$ 22).
Ela criou, ainda, mistura secreta de frutas batizada de guaja (um fruto rosado e imaginário foi inventado para representá-la, inclusive), com a qual são feitos outros drinques, além de suco, milkshake, sorvete e calda para sobremesa. Para beber, há também cervejas (a partir de R$ 7, long neck) e a expectativa é de que a oferta de rótulos locais seja ampliada. Por enquanto, há apenas um: a summer ale da Gangster (R$ 24, 600ml). Vinhos são sete, a partir de R$ 64 (garrafa).
A casa mantém, das 9h às 18h, mesa de lanche com café, leite, frutas, queijo, bolo, pão de queijo e outras quitandas à disposição dos que aparecem ali para trabalhar no espaço de coworking. Come-se e bebe-se à vontade e em esquema de autosserviço (sem garçom) a R$ 12 (hora) ou R$ 32 (o dia todo). Excepcionalmente no sábado que vem, dia 18, o bar abrirá para almoço com menu a cargo da Oca de Mani, empresa especializada em comida amazônica.
Bar do Convés
Avenida Afonso Pena, 2.881, dentro do Guaja, Funcionários. (31) 2127-1517. Aberto de segunda a sábado, das 18h à 0h.