

"Viemos todos voluntariamente, compramos tapumes para o resgate - que a empresa não quis comprar - e eles não nos deixam entrar nem para mapearmos os animais", afirmou.
Para Luísa, a maior preocupação da empresa é com a imagem : "eles não querem que as pessoas filmem a tragédia. Não queriam que entrássemos com celular", revela.