A sepultura de Silvio Santos, localizada em um cemitério particular da cidade de São Paulo, é o destino final de um dos mais icônicos comunicadores do Brasil. A lápide, adornada com inscrições em hebraico, cita um versículo bíblico que destaca a importância da justiça, benevolência e humildade. Além disso, uma homenagem emocionante é feita ao apresentador, cujo nome de batismo era Senor Abravanel.
A decisão de realizar a cerimônia de maneira privada foi comunicada publicamente pela família, que pediu que a memória do comunicador fosse celebrada pela alegria e amor que ele espalhou enquanto estava vivo.
Fã desrespeita decisão de família
O cemitério onde Silvio Santos foi enterrado é gerenciado pela Chevra Kadisha de São Paulo, uma associação que administra locais sagrados, respeitando o calendário e as tradições religiosas judaicas. Por se tratar de um local privado e sagrado, o acesso ao cemitério é restrito, e é altamente desencorajado que os visitantes fotografem ou gravem vídeos no local.
Além disso, é importante destacar que cemitérios como este funcionam seguindo os feriados judaicos, o que influencia os dias e horários em que estão abertos aos frequentadores. A privacidade mantida ao redor do enterro de Silvio reflete uma prática comum em funerais judaicos, que frequentemente são momentos de introspecção familiar e respeito à memória do falecido.
Um fã, no entanto, desrespeitou a decisão de família e mostrou lápide de Silvio pela primeira vez. O homem visitou a sepultura do empresário e divulgou registros que viralizaram na web e chamaram atenção do público.
A instituição, administrada pela associação Chevra Kadisha de São Paulo, explicou que o acesso ao local não é liberado para o público. "Os cemitérios em questão são privados, considerados locais sagrados, e funcionam conforme o calendário hebraico, seguindo os respectivos feriados religiosos, daí o controle geral de acesso", informou a Associação Cemitério Israelita de São Paulo em nota ao "Notícias da TV".