Bruno Aiub, mais conhecido como Monark, revelou que não está mais conseguindo faturar como antigamente e que sua saída do Flow Podcast foi necessária para salvar a empresa.




"Tô fodido, não consigo monetizar, tá tudo ruim pra mim",  desabafou em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo. O youtuber foi banido das principais redes sociais por decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, a quem chama de "ditador" e "imperador".

 

Atualmente, o podcast mora na Flórida, nos Estados Unidos, e se mantém ativo com o Monark Talks, no Rumble, demonstrando uma mudança estratégica para manter sua presença online.

 

Ao abordar seu cancelamento após defender que o Brasil devesse ter, regulamentado por lei, um partido nazista, Monark afirmou que não sente ressentimentos por sua saída do Flow Podcast, podcast que o projetou e pelo qual passaram entrevistados tão diversos quanto o ex-presidente da República Jair Messias Bolsonaro (PL), o ministro da Fazenda Fernando Haddad e o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP), enfatizando que "foi uma escolha necessária para salvar a empresa".




 

Apesar de não se arrepender de suas palavras, ele disse que preferiria que a situação não tivesse ocorrido. "Claro que se eu tivesse uma varinha mágica, desejaria que não tivesse acontecido", contou.

 

Na sequência, ele voltou a explicar o seu ponto de vista. "Meu argumento era assim: tem um monte de partido comunista, sabemos que no regime [soviético] muitas pessoas foram mortas. Por que eles têm direito, e [o nazista] não tem?", questiinou, admitindo que beber alguns drinks o ajudaram a defender o seu pensamento de maneira confusa. "Em prol da liberdade de expressão, precisamos deixar o ambiente livre até mesmo para os idiotas falarem", finalizou.

compartilhe